CRÍTICA AO EMPREGO INDISCRIMINADO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
DOI:
https://doi.org/10.33389/Palavras-chave:
Inteligência Artificial, regulação, plataformas, riscosResumo
A inteligência artificial (IA) está amplamente difundida no cotidiano, com aplicações na Academia, no trabalho e na vida pessoal. Seu crescimento é celebrado como inovação disruptiva, especialmente em áreas com grande volume de dados, como saúde, finanças, justiça e marketing. Apesar das vantagens, há riscos como alucinações algorítmicas, desinformação, dados tendenciosos, opacidade decisória e questões éticas. A presente pesquisa propõe investigar se é necessária uma estrutura regulatória para a IA no Brasil, com base em experiências atuais. Utilizando método descritivo e hipotético-dedutivo, com fontes bibliográficas e documentais, o estudo avalia que a inteligência artificial representa uma inovação de impacto semelhante ao da revolução industrial, embora ainda careça de estudos aprofundados, soma-se a essa preocupação, a carência de uma regulação capaz de mitigar riscos sem comprometer o avanço tecnológico. Por fim, a proposta não é demonizar a IA, mas equilibrar seu uso com responsabilidade normativa.
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